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Nazaré
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Gaivotas em terra, problemas em casa

Aumentaram as queixas sobre as gaivotas que ocupam os beirais ou telhados de algumas das casas que são alugadas no verão aos turistas.

20-09-2018 | JL

Para além do número da espécie, o barulho que fazem, a aproximação às pessoas, em busca de comida, ou em defesa dos ninhos foram algumas das queixas mais ouvidas.
A Sociedade Portuguesa de Estudos das Aves (SPEA) tem estudado os relatos de queixosos, que se registaram em vários pontos do país, especialmente em centros urbanos, e refere, entre outros aspetos, que as alterações de dinâmica das povoações, o aumento do número de restaurantes e de turistas podem ser a explicação para o aumento das queixas na convivência entre o homem e a natureza.
Por outro lado, os resíduos urbanos e a alimentação suplementar por pessoas estarão na origem do aumento do número de gaivotas-de-patas-amarelas (Larus michahellis) em várias áreas urbanas do país que apresentam, cada vez mais, condições favoráveis para a espécie se reproduzir.
Ema Ricardo, ligada ao negócio do alojamento particular, ouviu algumas queixas dos seus hóspedes sobre a ação das aves.
O último piso da sua casa transforma-se em alojamento de verão na época alta. Mas o telhado da casa é ocupado todo o ano por um casal de gaivotas que nidifica e vigia as crias até estas ganharem autonomia. Este foi o primeiro ano em que ouviu queixas de má vizinhança.
“Fizeram-lhes razias, disseram-me os hóspedes”, diz Ema Ricardo, admitindo que “foi o primeiro ano de relato de ataques das gaivotas apesar delas nidificarem todos os anos no telhado da casa, entre maio de junho”.
Os ninhos de gaivotas são visíveis em vários telhados vizinhos “principalmente na Colónia balnear, um espaço abandonado, e que ocupa uma vasta área urbana. Eu acho que isto está a tomar proporções exageradas e no próximo ano ainda será pior. Se cada casal tem, em média, 3 crias, o problema será a triplicar”.
Sobre as causas dos alegados ataques, Ema Ricardo defende que pode tratar-se de um ato de defesa das crias.
“De início achei que procuravam comida, mas vi que tentaram proteger as crias. Quanto à comida, nunca ninguém se queixou dessa ocorrência, mas é provável que tenha acontecido, tendo em conta que na praia, ao final do dia, as gaivotas rodeiam as pessoas à procura de restos de comida”.
A conhecida surfista brasileira, Maya Gabeira, também já se queixou das gaivotas, que terão atacado o seu cão.
“Ao meu lado mora a Maya Gabeira que, apesar de passar pouco tempo na área de terraço da casa, já disse que o seu cão foge para o interior da habitação com medo das aves”.
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